sábado, 12 de março de 2011

O CONFLITO DE AMÓS COM O SENHOR ( v v 1-9)

Amós era um verdadeiro patriota que amava a Deus e a sua nação e que se entristeceu por ter de dizer a Israel e a Judá que o julgamento estava a caminho. Sem dúvida, houve ocasiões em que desejou estar de volta em Tecoa,cuidando dos sicômoros e das ovelhas. Porém, o Senhor Soberano (o nome "Senhor Deus" é usado onze vezes nestes três capítulos) estava no controle da história, e Amós sabia que a vontade de deus era o ideal.O profeta teve três visões de julgamento e respondeu ao que viu:

Primeiro, Amós teve uma visão de gafanhotos (vv.1-3) preparados para atacar a segunda colheita no  final do verão, depois que o rei já havia tomado para si sua parte (1 Rs 4:7).Essaera a última chance que os lavradores tinham de fazer sua colheita, e essa safra seria destruída.O calor do verão estava chegando e não havia mais como plantar outra safra. Amós poderia identificar-se com esses lavradores, pois ele próprio era um homem da terra.
O mais estranho era que Deus havia preparado esses insetos e lhes dito o que fazer!Parecia que o Senhor havia se voltado contra o seu próprio povo e planejava limpar seuas campos de qualquer alimento.O coração de Amós afligiu-se por seu povo; o profeta orou para que o Senhor suspendesse o julgamento, e Deus atendeu. Amós faziaparte de um grupo seleto de intercessores que incluia Abrão (Gn 18), Moisés (Êx 32; Nm 14), Samuel (1Sm 12), Elias (1 Rs 18 e Paulo (Rm 9:1-3; 10:1,2).
O profeta argumentou que a nação era tão pequena que jamais sobreviveria à praga de gafanhotos. Não suplicou por qualquer uma das promessas divinas da aliança, pois sabia que o povo havia rompido a aliança com Deus e que merecia a praga (Dt 28:38-42). No  entanto, Deus ouviu a súplica do profeta e teve compaixão (Jl 2:12-14)

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